domingo, 25 de junho de 2017

Analista político, Kleber Teixeira faz pesadas críticas a vereador de Ipu. Ouça ao áudio.

O blogueiro e professor Kleber Teixeira fez duras críticas a postura do vereador Evaldo Gomes (PCdoB) em sua participação como analista político do Programa Política em Debate, apresentado pelo radialista Rárisson Ramon (Rádio FM Cidade) neste sábado (24-06). Kleber Teixeira disse: (..) "Vereador Evaldo, eu ficaria muito frustrado se eu fosse eleito vereador da cidade de Ipu para exercer um mandato "Calango", só dizendo "amém" para o Prefeito, vereador "Capacho", ou até mesmo para atender os meus interesses empresariais... eu seria um vereador frustrado, se eu fosse eleito vereador comprando voto pelo poder econômico".
O comentário feito pelo blogueiro e analista político foi muito forte, e merece atenção de todos os nossos leitores.
O embate entre o analista político Kleber Teixeira e o vereador Evaldo Gomes aconteceu após uma "suposta" publicação do blogueiro KT que em súmula fez a seguinte colocação em seu blog: (..) "No Ipu o legislativo, historicamente, nunca funcionou com altivez, excetuando alguns espasmos de edis com seus interesses contrariados. Mas nos últimos anos o cenário político, sobretudo após a chegada dos Irmãos Rufino ao poder em 2013, o legislativo ipuense foi deixado em um fosso imensurável onde oposição e situação tem um desempenho que beira a mediocridade.
Até que esperávamos por uma renovação legislativa no último pleito, buscando o bem estar de uma cidade com grande potencial econômico - turístico - cultural, mas que agoniza sem inovações administrativas e há muito tempo perde em relevância para outros municípios da nossa região. Mas o que vimos foi muito pouco, pois o sistema capitalista falou mais alto e, como sempre, impede que cabeças pensantes e independentes dos conchavos políticos, se candidatem e cheguem a ocuparem uma cadeira legislativa." (Click Aqui e tenha acesso a matéria).
O vereador Evaldo Gomes em seu pronunciamento na tribuna da sessão desta última terça (20-06) comentou o assunto, rebatendo a "suposta matéria", com duras palavras, segundo o qual...(..) "Alguém estaria contrariado porque não tem capacidade de assumir uma "Cadeira no Legislativo", são matérias frustradas de quem gostaria de está ali ocupando uma cadeira no Legislativo, de quem não tem a graça de conquistar a aceitação popular....". O vereador Evaldo não citou o nome do blogueiro que fez a matéria, o pronunciamento do edil acabou gerando o comentário de praticamente, todos os outros vereadores da augusta Casa Legislativa. Essa não é a primeira vez que o nobre edil usa seu espaço na tribuna para criticar a postura de alguns meios de comunicação.

O blogueiro e analista político do Programa Política em Debate, Kleber Teixeira, é um professor conceituadíssimo, hoje, ocupante da Cadeira nº 05 como "Imortal" da Acadêmia Ipuense de Letras, Ciências e Artes - AILCE, ensinando com muita competência nas melhores escolas particulares de Sobral, preparando com muito afinco, os alunos de toda a região norte do Estado para o tão sonhado "Curso Acadêmico". Nas horas vagas, o professor comenta sobre política. Em Ipu, o blogueiro tem uma postura de oposição ao atual prefeito de Ipu, Sérgio Rufino.
O vereador Evaldo Gomes (PCdoB), além de político, é um empresário bem sucedido, sócio de uma empresa provedora de Internet, praticamente com o monopólio empresarial desta rede no município, até porque, e até então ainda não tem concorrentes à altura de sua empresa, hoje, gerando emprego e renda na Terra de Iracema, Ipu.
Ouça ao áudio do analista e blogueiro Kleber Teixeira e tire as suas conclusões. Atenção amigos leitores, fizemos uma modificação no título desta matéria, porque na realidade o professor não chama "diretamente" o edil de "Calango" ou "Capacho", ele faz uma dissertação indireta.
**** Coluna Opinião Interativa do Portal de Notícias Aconteceu Ipu.
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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Procura-se uma chance!, por Isabelle Aragão Soares.

Um dia desses ao sair com uns amigos, um deles disse-nos algo que me deixou a pensar: "Que tempo difícil esse que escolhemos para crescer". Aquela frase me deixou intrigada, não pelo fato lógico de que não podemos escolher qual o melhor momento para crescermos, mas pelo fato dele realmente ter razão no fato de como é difícil tornar-se adulto e ser jovem nos dias de hoje.
Não me refiro aqui ao fato de não termos liberdade, se formos comparar ao tempo de nossos pais com certeza nós temos uma vida boa. Mas me refiro aqui a falta de oportunidades essenciais para que possamos começar a constituir a nossa vida de "gente grande". Você que tem os seus 20 e poucos anos vai entender o que estou querendo dizer. Por que cada vez mais cedo somos cobrados a decidir o que queremos, entramos cada vez mais cedo na faculdade e talvez somos a geração que mais teve a chance de ter uma melhor bagagem educacional e adentrar no ensino superior ou técnico devido aos diversos programas oferecidos pelo governo federal, sejam por meio de cotas, FIES, PROUNI, entre outros. Porém, também cada vez mais cedo somos cobrados a servir a sociedade e parece que todo esse conhecimento não basta na hora de entrar para o mercado de trabalho.
Fiquei refletindo se esse é um problema de nós, interioranos, onde emprego é difícil até mesmo para os mais experientes, mas lendo algumas matérias vejo que isso é um problema nacional. Segundo os dados do IBGE no ano passado a taxa de desemprego entre jovens até 24 anos é recorde e vai até 25,7 por cento que chega a ser um valor maior que a taxa nacional que foi de 11,8 por cento.[1] Então, qual será o problema? Falta de procura? Falta de conhecimento? Não. O que temos que lidar  é com uma realidade difícil: a escassez de vagas abertas e a competição por postos de trabalho com candidatos mais experientes. Ou seja, não importa o quanto de conhecimento temos ou vontade de trabalhar, o que conta é o quanto trabalhamos.
Então, chegamos a pergunta crucial: como vamos adquirir essas experiências exigidas se não nos dão oportunidades de tê-las? É uma situação desoladora para nós que estamos querendo começar a construir a nossa vida. O que nos deixa ainda mais sem perspectivas. O nosso problema é muito contraditório por que todo o conhecimento que temos são muito acadêmicos, e até preciosos, mas não é o que o mercado procura. Estamos falidos em educação profissional.
O que nós queremos é ter propósitos, queremos resultados, queremos ter satisfação no que fazemos e não sermos mais um amargurado por não fazer o que gostamos. Queremos realizar os nossos sonhos. Queremos contribuir para essa sociedade em que vivemos. Queremos crescer. Mas nossas assas estão sendo tiradas cedo demais. Queremos apenas uma chance.
Isabelle Aragão Soares (Acadêmica de História da UVA)

[1] http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/02/1861571-um-quarto-dos-jovens-de-18-a-24-anos-estao-desempregados.shtml
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Respeito ao Poder Judiciário, por Fernando Rizzolo

Várias foram as vezes que amigos meus me enviaram vídeos policiais que mostram o marginal xingando as autoridades, zombando dos investigadores, e mais, ameaçando as mesmas autoridades com palavras de baixo calão. Por ser Advogado, tive a oportunidade de acompanhar o comportamento de muitos detidos e posso fazer uma distinção de como tais marginais, quando presos em flagrante 20 anos atrás, se portavam e como se portam agora. A impressão que tenho é de que se perdeu o medo da autoridade estabelecida, uma vez que o marginal confia, sim, na impunidade, e quase sempre tem como referência os depoimentos de outros agentes delituosos nos programas policiais − que atraem tantos expectadores −, agindo da mesma forma grosseira e agressiva.
Nosso país perdeu a noção dos valores em relação a tudo. A corrupção política acabou servindo de esteio e justificativa para incentivar, legitimar ou fomentar o roubo, o furto, a malandragem e, acima de tudo, o desrespeito à Lei e a seus respectivos representantes. Do ponto de vista moral, estamos afundando no descaso, e isso fatalmente nos levará a um colapso hierárquico legal, em outras palavras, observamos aumentar a cada dia a falta de respeito com a Polícia Judiciária estadual ou federal, com os membros do Ministério Público e da Magistratura.
Pessoalmente o que mais me chocou, e acredito que não só a mim mas a todos que assistiram ao interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, foi a postura irônica, irreverente e por que não dizer desrespeitosa em que por várias vezes se colocou o ex-presidente, não como um réu, mas como um adversário político do Juiz Sergio Moro, que no meu entender teve muita imparcialidade e controle ao interrogar o ex-presidente, que realmente se alterou várias vezes, insurgindo-se contra as perguntas feitas naquele Juízo, quando não se calava a pedido de seu Advogado, que, com todo respeito ao colega, também não se portou com urbanidade, muito embora estivesse no pleno exercício do direito de defesa.
Portanto, se um ex-presidente da República se comporta dessa forma perante membros do Ministério Público e Juízes, que exemplo de cidadania e respeito ao Poder Judiciário estaria ele dando ao povo brasileiro? Observem que a questão que estou por ora abordando não é processual, tampouco de mérito nas ações que recaem sobre o ex-presidente, mas se deve tão somente aos maus modos perante as autoridades.
Infelizmente estamos vivenciando a ignorância do nosso povo na sua plenitude ao observar tais comportamentos sem a devida indignação popular, e isso é compreensível, pois nada mais vale neste país, nem a vida, nem as autoridades, que hoje ficam quase reféns do crime organizado, da política populista sindical que muitas vezes avaliza protestos agressivos nas grandes cidades, prejudicando os trabalhadores, enfim, precisamos encontrar a paz, varrer a corrupção, nos valer dos bons exemplos de países sérios, aí quem sabe seremos uma nação nos moldes da nossa bandeira, na qual está consignada a frase “Ordem e Progresso”. Porém adicionaria também o “respeito às instituições” por parte dos dirigentes deste país, promovendo o velho e bom exemplo que existiu tempos atrás...
Fernando Rizzolo é Advogado, Jornalista, Mestre em Direitos Fundamentais -www.blogdorizzolo.com.br.
*** Informações via para redação do Aconteceu Ipu via E-mail.
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sábado, 29 de abril de 2017

"Artigo": O caráter transformador da educação, por Norman Arruda Filho.

*Por Norman Arruda Filho
Foi em 2010, na Conferência Internacional sobre os Sete Saberes Necessários à Educação do Presente, que o filósofo francês Edgar Morin traçou os ideais da Educação Transformadora. Embasado em seu pensamento holístico, Morin defendeu uma educação pautada no desenvolvimento da compreensão e da condição humana, na cidadania planetária e na ética do gênero humano. Visão que daria aos indivíduos potencial para enfrentar as múltiplas crises sociais, econômicas, políticas e ambientais que colocam em risco a preservação da vida do planeta.
Menos de dez anos depois desse registro, é fácil perceber sua relação com nosso cotidiano. São poucas as mentes capazes de entender que a classe social não define o caráter de uma pessoa, que a liberdade é muito mais valiosa que o dinheiro ilícito, que a religião deve ser fundamentada em tolerância e respeito, e que o planeta é um bem finito e como tal, deve ser bem cuidado. Para enxergar tudo isso, é preciso ir além. Mudar modelos mentais. Transformar a educação para assim, transformar a sociedade.
Pode parecer complexo, mas é, na verdade, muito simples. A educação é um bem que precisa ser compartilhado. Não é apenas um direito, mas algo inerente ao ser humano. Por isso, para mim, falar em educação transformadora torna-se redundante, uma vez que, trata-se de estimular o despertar individual e coletivo de modo a provocar um processo sinérgico de relacionamento, aprendizagem e, por consequência, transformação.
A Organização das Nações Unidas também encontrou uma forma de mostrar a importância que a educação tem para a sociedade. “Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos” foi definido como o quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), meta a ser atingida até 2030. Independentemente de uma questão ordinal de priorização, esse ODS está entre necessidades básicas ao ser humano comoa vida digna, o direito à alimentação e o acesso à saúde, entre tantos outros.
No entanto, é na capacidade de interconexão entre os ODS que entendemos o real papel da educação na busca por cada um desses objetivos. Sem a disseminação do conhecimento e devida sensibilizaçãodas lideranças, as metas estarão restritas a certos grupos de interessados, enquantona verdade, o que o mundo precisa é de uma mobilização global.Assim como Morin, Delors e tantos outros pensadores já registraram, acredito e defendo sempre que somente por meio da educação poderemos promover mudanças e encontrar respostas para os graves problemas do mundo e assim, evoluirmos.
Espero que esse Dia da Educação, que será comemorado no dia 28 de abril, seja mais do que uma data para incentivar e conscientizar a população sobre a importância da educação escolar, social e familiar. Desejo que ele seja um dia especial para promover a nossa capacidade de transformar.
*Norman de Paula Arruda Filho é presidente do ISAE – Escola de Negócios e do Capítulo Brasileiro do PRME da ONU
*** Informações com P+G Comunicação/Bruna via e-mail Aconteceu Ipu
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