segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Heresia e Burrice, por Jota Lopes

O meu conceito de vida e morte, segundo os padrões religiosos, cristãos, racionais e normais são muito diferentes. Esse é um dos motivos de me chamarem de ateu, coisa que não fico zangado e até gosto pois se ser ateu é ver as coisas diferentes, adoro tudo isto. Como todo bom cearense, fui nascido e criado dentro da curatela cristã, católica apostólica romana, mas isso não me envolveu ao ponto de um dia não resolver romper esses tentáculos incomodáveis que agregam a vida das pessoas; me soltei de tudo e formei meu próprio conceito de acreditar nas coisas, de ver o mundo, de observar o próximo e acima de tudo, um conceito diferente de Deus, de céu e de inferno e por que não(?) do diabo. Até aos 21 ou 22 anos de idade cumpri na íntegra tudo que mamãe me orientou em termos de religião: fazia as 9 sextas-feiras, ia à missa aos domingos e dias santos, rezava habitualmente e praticava tudo que um bom católico é assíduo em fazer. 
Desde cedo, já desconfiava que muitos conceitos não se encaixavam nas minhas prioridades e com o passar do tempo, com leituras e muita coragem, vi que religião nenhuma me agradava e que era perfeitamente possível viver sem elas. Hoje, que tenho um filhinho de quase 6 anos, não é isso que vou ministrar para ele, deixo-o à vontade para escolher o que bem quiser mas no tempo certo, vou dizer para ele mais ou menos o que penso mas sem querer obrigá-lo a coisa alguma. 
Simplesmente não quero que ele seja um burro teleguiado, acreditando em isto ou aquilo, só porque dizem que é ou não é; forçar mesmo, NUNCA! Deixo a ele a sua decisão de crer ou não crer mas as diretrizes lhe serão passadas e uma delas é: não precisamos de religião alguma para vivermos. A melhor religião do mundo e única que talvez tenha um só adepto que sou eu, é: a caridade, o respeito ao ser humano como irmão, o respeito irrestrito à natureza, desejar ao outro o mesmo que para nós, ser duro com quem erra, nunca deixar crime impune, jamais fazer mal a animal ou ser vivo, mesmo que seja inferior, se informar de tudo e por em prática somente aquilo que convém e deixar tradicionalismo pra lá, mesmo que venha de encontro aos princípios básicos de religiosidade. Religião e nada é a mesma coisa: não serve pra nada, não presta para coisa alguma e emburrece as pessoas(nem sempre), quando não as fanatiza. 
Quem tem religião, que tenha, não vou questionar a escolha de outrem, assim como não admito que me questionem o porquê não tenho nenhuma. Conceitos de Deus, de anjos e santos, me são próprios, bem como de vida e morte, tudo foram por mim feitos e não abro mão . Realmente me sinto alegre quando a ciência descobre que algo que a fé defende ou tem respaldo dentro de seus conceitos quânticos ou coisas assim. 
Este é o meu jeitão e se sou assim, morrerei assim, fazendo aquilo que chamam de oração mas do meu jeito, ao meu modo e nunca procurando imitar A ou B. Encerro dizendo que se alguém, algum religioso(de qualquer credo) pensa que vai me conseguir dobrar, tire seu cavalinho da chuva que não preciso mesmo de religião nenhuma, embora as respeite mas que não fazem parte de minha escolha. Cuidem de suas vidas e me deixem em paz, por favor, NÃO ME INCOMODEM!
Por Jota Lopes

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

O problema do Brasil são os brasileiros? De Ipu para o mundo; com a Historiadora Isabelle Soares

Hoje, 15/11, comemoramos a Proclamação da nossa Republica. Em meio a tantos escândalos políticos, crise e desesperança em um futuro promissor no nosso país, não nos restam dúvidas que essa data acaba não sendo bem vista e encarada como um feriado qualquer.
De uns dias para cá, eu tenho andado refletindo bastante a respeito de como chegamos até aqui. Tanto reclamamos dos roubos, dos problemas administrativos e daqueles que não sabem nos representar, mas será que o problema também não está em nós? Será que é o Brasileiro que não sabe votar?
Em parte sim, já que muitas vezes no nosso dia a dia compactuamos com os mesmo atos corruptos que vemos na TV, mas tudo mascarado no famoso "jeitinho brasileiro". Em época de eleição, elegemos aquele que "paga mais", ou aquele "que rouba mais faz" e tudo isso se transforma numa grande bola de neve.
Porém, acredito, que tudo isso se deve a nossa falta de experiência com a democracia. Se formos analisarmos a nossa História política, o Brasil cresceu em cima de golpes. Teve o golpe da Independência, onde Dom Pedro torna-se imperador do novo país independente. Sendo que o próprio povo não tinha ainda noção do que era ser brasileiro.  Depois, teve o "golpe da maioridade" onde é posto um adolescente de sangue real para governar. Esse menino era Dom Pedro II que reinou por quase 50 anos até ser deposto em um outro golpe, o da República. Então aqui você pensa que o povo finalmente teve o poder de escolher seus representantes? infelizmente não, já que quem escolhia os governantes nessa primeira fase eram os ricos fazendeiros que dominavam os seus subordinados e os obrigavam a votar naqueles que os favoreciam, era o famoso "voto do cabresto".
Depois os golpes acabaram? Não. Veio Getúlio Vargas com a Revolução de trinta e perpetuo-se no poder sem o voto popular por 15 anos até ser deposto por um outro golpe apoiado pelos mesmos que o colocaram no poder. Então, havemos finalmente democracia? Sim, tivemos, por curto período de tempo podemos escolher quem seriam os nossos presidentes, isso até o golpe da Ditadura Militar de 1964. Onde os militares tomaram o poder apoiado pelos americanos com a desculpa que precisariam proteger o Brasil do velho "Fantasma do Porão", o famoso comunismo. Essa proteção tornou-se em 21 anos de pura carnificina, opressão e dor.
Portanto, caros leitores, o que quero dizer é que tivemos pouquíssimos momentos na nossa História em que realmente podemos ter a chance de escolha. Ao longo de todo esse tempo o povo não teve muita participação nas escolhas políticas. Assistíamos "bestializados" tudo o que acontecia. E nós, ainda não sabemos o que fazer com essa liberdade de escolha. Muitos ainda não sabem o que é Democracia. Como dizia Renato Russo: "Somos tão Jovens".
Muitos erros cometemos. Provavelmente muitos erros ainda virão por que ainda temos muito que aprender. Mas o que podemos fazer é não cair nos mesmos vícios, aprender com o que a História vem nos ensinando. Pensar sempre para frente e não cometer os mesmos erros do passado.
Por Isabelle Soares
Historiadora formada na UVA e Repórter Especial do Aconteceu Ipu. 
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Seja humilde. Não seja capacho!

Você sabe como é. Um sujeito diz o que pensa, o outro discorda, os dois discutem, se elevam, se exaltam, se zangam. Na melhor hipótese se dão as costas e tomam cada um o seu rumo esbravejando baixinho: “fulano é um arrogante, sicrano é um metido”. Acontece o tempo todo.
Pena. Um e outro perderam a chance de tornar este mundo melhor. Era só aceitar que cada um tem o direito de pensar o que quer, do jeito que bem entender, e que discordar não é um problema. É só mais uma prova de que as pessoas ainda são livres para ser quem são. E quem não gostou que vá procurar a “sua turma”: aqueles com quem queremos estar. Cá entre nós, eu acho que as coisas bem podiam ser assim. Mais simples. Cada um seria o que é e pronto.
Acontece que bater o pé e insistir em ser você mesmo quase sempre vai ser visto por aí como “falta de humildade”. Faz o teste. Discorde de alguém convencido de que a verdade é uma só: ele vai dizer que você não é pessoa humilde. Que não sabe “ouvir”. É que na cabeça dele, lá dentro, “saber ouvir” e “concordar” são exatamente a mesma coisa. Se você não aprovar sem ressalvas o que ele diz, é porque você “não sabe ouvir”.
Nestes tempos de valores invertidos, humilde é só quem aceita se dobrar ao argumento alheio, quem engole a vontade dos outros, concorda com tudo que lhe dizem, faz o que lhe mandam e cala a boca. O resto é afetado, pretensioso, convencido, prepotente, esnobe, pedante e essas coisas. Gente que padece de “falta de humildade”.
Olha, eu engulo sapos de toda sorte. De todos os tipos e todas as cores. Pequenos, médios e grandes. Sapos de texturas e temperaturas diversas escorregam pela minha traqueia e mergulham no meu estômago faz tempo. Faz parte. Mas esse eu não engulo, não. Prefiro viver sozinho a aceitar o que não me agrada. E isso não me torna menos humilde. Só faz de mim um sujeito mais livre.
Humildade não é servilismo. É qualidade de gente simples. E ser simples não é ser simplório. Simplicidade, entre outras definições, é ausência de complicação. Falta de frescura, sem-cerimônia, franqueza. Coisa de quem tem mais o que fazer, que discorda ou concorda quando quer e não tem medo de cara feia. Sejamos quem somos! Humildes, sim. Jamais capachos!

.:) André J. Gomes

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Ideologia de gênero? perguntou o radialista Jota Lopes (Ipu-CE).

Afinal de contas, o que pensam essas pessoas que querem que homem e mulher deixem de existir e no seu lugar surja um terceiro gênero: um ser bissexual. Era só o que faltava e isso só pode sair de uma cabeça enlouquecida e que quer que nossa sociedade perca a sua referência maior que ainda é a família. 
O sujeito que quer que as escolas comecem a confundir a mente de nossas crianças dizendo que o ser humano vem ao mundo homem/mulher e que a preferência de ambos os lados deve ser experimentada livremente, não diria que quem assim pensa seja um ser doente e sim um desequilibrado moral, um elemento sem o menor resquício de vergonha, pois é bom que saiba seu lixo pervertido, que existe o homem e existe a mulher, cada qual com sexo definido independente e essa mistura desregrada que querem enfiar na cabeça das pessoas nada mais é do que uma maneira de afundar mais ainda o que já está em vias de sucumbência. 
Se o sujeito quer ser viado (aqui quero dizer que estou sendo imparcial), que seja se quer ser mulher, que seja mas não queira que uma sociedade inteira, seja aquilo que você escolhe para si. Se uma mulher quer ser homem, que tenho eu com isso? Faça de sua vida o que bem entender, mas achar que isso é normal, NUNCA FOI, NÃO É E NUNCA SERÁ. Hoje, ainda hoje e não sei por quando tempo ainda será assim, um aluno por exemplo, vai se matricular numa escola e lá tem o lugar reservado para 'os pais', o nome do pai e o nome da mãe. Respeito todos, homossexuais e plurissexuais, multissexuais, megassexuais ou o raio que parta, cada qual seja o que bem quiser a nenhuma satisfação tem a me dar e menos ainda eu nada tenho satisfação a dar a quem quer que seja. Imagine o constrangimento de uma criança que já começa a entender as coisas, quando no lugar do nome do pai, está lá o nome de uma mulher e da mãe, o nome de uma mulher pois aí não poderia ser diferente. 
Outro ainda, no lugar do nome do pai, está realmente o nome de seu pai e no lugar do nome da mãe, está lá o nome de outro nome. Me responda seu hipócrita idiota, se isso é normal, me responda se na natureza existe um casal de bois, um casal de vacas, um casal de ovelhas ou um casal de carneiros e com essa aberração, podem procriar e dar sucessão à espécie? Responda-me se for capaz! Só pode haver perpetuação das espécies com o que existe desde o princípio: macho e fêmea e foi assim, é assim e será sempre assim e não como querem os incentivadores da promiscuidade. Se alguém achar ruim o que estou postando e até achar que sou defensor do Bolsonaro, que ache pois em primeiro lugar nunca fui e jamais serei defensor de nazista, mas neste particular, em defesa da família, se o Bolsonaro faz essa mesma defesa, concordo plenamente com ele. 
Na evolução, não pode haver perpetuação das espécies com homem transando com homem ou mulher transando com mulher, isso não questiono, a preferência pessoal, cada um faça o que bem entender mas querer mudar o modo de vida com filosofia idiota, aí não. Se alguém, volto a dizer, achou ou vier a acha que sou homófobo, pode achar, não estou nem aí para isso, que sou criminoso por externar o meu pensamento, pode achar pois lei, nem justiça, nem coisa nenhuma neste mundo vai me fazer engolir o que digo ou apagar o que penso. Vou continuar pensando assim, ache bom ou ruim quem bem quiser e que vá para o inferno que quer mudar o gênero das espécies, só para satisfação particular. Desdizer o que disse, nunca, pensar de acordo com a maioria sabendo que estou certo, jamais e querer satisfazer uma minoria só para não ser chamado de HOMÓFOBO, aí não meu amigo. 
Sou assim e vou morrer assim; não vou discutir preferencia pessoal mas querer alterar o pleno funcionamento da perpetuação das espécies, nunca aceitarei essa burrice defendida aí sim, por criminoso e hipócrita idiota que quer um mundo particular e não aceita a coletividade e muito menos a defesa da família, célula inicial da sociedade, a menor partícula de todo o tecido social. Quem achar ruim, que se dane, que se ferre e se quiser se enforcar, que compre uma corda bem forte e faça o laço e vá descansar em paz. afirmou o radialista.
*** Informações com Jota Lopes - Sua página especial do Facebook
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